Com filmes bem leves, mas cheios de significado, Mostra atravessa 30 horas de programação e curta gostosense é destaque.
POR AILTON RODRIGUES
FOTOS: ARICLENES SILVA
PRAIA DO MACEIÓ, S.M.DO GOSTOSO/RN.

Foi uma noite bem calma e leve na Mostra de Cinema de Gostoso neste domingo (15), filmes bem descontraídos e com temas bem importantes foram exibidos na Praia do Maceió.
Destaque absoluto da noite foi o terceiro curta gostosense “A Flôzinha” que tratou de outra lenda bem peculiar do município. O Contador fez um resumão dos principais fatos da noite:
QUE SUCESSO!

O curta gostosense da noite foi o grande destaque, na trama de “A Flôzinha” a lenda local que trata de um ser que não deixa os caçadores pegar os bichos se não levarem oferendas, teve o distrito do Novo Horizonte como plano de fundo.
Na obra, uma senhora da comunidade chamada Dona Liquinha roubou a cena e “pegou” a trama para ela. Além de ser uma das atrizes, ainda canta e narra a história.
O POUCO VIRA MUITO

Com várias fotos, uma selfie e uma narração engraçada, Marcus Curvelo montou o curta “Feio, Velho e Ruim”, o filme apesar de simples instigou a imaginação de todos que estavam assistindo.
ATRAÇÃO A PARTE
O céu ontem realmente contribuiu com a sessão, foi mais de cinco estrelas cadentes e ainda a queda de um meteorito que iluminou o céu gostosense em um tom esverdeado por dois segundos. Muitos diretores já disseram que a exibição em Gostoso é diferente de tudo o que já viram.
ARTE POTIGUAR

No documentário “José Bezerra” a arte do fotógrafo potiguar é esmiuçada em uma das sessões dele pelo sertão do estado. Absolutamente tudo no preto e branco a sua sensibilidade mostra de forma única a realidade local e sua evolução.
BEIJO, BEIJO, BEIJO, BEIJO

Uma onde de assassinatos leva uma menina a se perguntar se ela realmente está viva, assim foi brevemente resumido “Mate-me Por Favor”, mas outra palavra que descreve com maestria a trama é “beijo”. As cenas longas e em grande quantidade foram muito usadas pela diretora Anita Rocha da Silveira.
VOLTANDO AO PASSADO

Em “Califórnia” a descoberta da adolescência e os anos 80 foram a grande tônica, temas como sexualidade e Aids foram enfatizados e fechou a noite com chave de ouro.
O Contador de Causos segue na cola da Mostra, até lá!
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