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O CONTADOR VIU – SANDY E JUNIOR: A HISTÓRIA

Série da Globoplay é uma afago aos fãs que puderam ter um gostinho de como eles amadureceram durante pausa de 12 anos.

POR AILTON RODRIGUES

Sandy & Junior voltam de hiato após 12 anos e fazem uma turnê emblemática!

São sete episódios carregados de muita nostalgia e grandes sucessos que marcaram uma geração: assim podemos definir o presente aos fãs que é a série exclusiva do Globoplay Sandy & Júnior: a História.

Contando com um acervo de imagens riquíssimo incluindo uma vasta galeria de 250 DVDs da mãe da dupla, Dona Noely, conhecida como “a empresária”. Os episódios vão nos fazendo dar uma verdadeira viagem ao longo dos 17 anos da dupla que resolveu dar uma pausa em 2007.

Porém, felizmente resolveram voltar do hiato para uma turnê comemorativa em 2019, diga-se de passagem com muita insistência do pai Xororó. Mas a série vai além disso, mergulha nas polêmicas até as obras mais recentes que os dois vão tocando em suas carreiras solo.

O diretor Douglas Aguillar foi feliz em recontar esses 30 anos por meio de temas, mas carregado de uma trilha sonora cheia de saudação. Cada episódio que permeia uma das facetas da dupla começa com infância e vai inserindo o telespectador a como as crianças foram crescendo em frente as câmeras.

Mesmo com os episódios girando em torno de uma hora de duração cada, a direção pecou em querer abraçar o mundo com as pernas e colocou um número grande de imagens de forma frenética. Tem momentos até que nos perdemos na narrativa, mas não mancha a celebração.

Sobre o episódio mais emotivo, que conta das polêmicas, por muitas vezes criadas pela mídia, mostra como machucaram a dupla, mas o principal mesmo é reverenciar como o sucesso da turnê foi importante para provar que a dupla tem público caso quisessem retomar a carreira. Mas eles já disseram que foi só uma celebração mesmo.

A nossa sorte é que eles continuam aí produzindo… E quem sabe daqui a alguns anos não tem outro repeteco.

Até qualquer hora!

PROJETO SONS DO CONTADOR PRETENDE APROXIMAR GOSTOSENSES PELA CULTURA E TECNOLOGIA

Projeto tem quatro eventos programados para o mês de junho, incluindo missa e música.

POR AILTON RODRIGUES

O Contador de Causos tem a honra de apresentar o projeto Sons do Contador que consiste em criar novas formas de interação que possibilitam aproximar a população de seus laços culturais e desta forma propiciar a divulgação de apresentações artísticas e simbólicas por meio das redes sociais.

A ideia surgiu depois dos fenômenos das lives que tomaram conta das redes sociais e estão dando alento as pessoas que estão sofrendo com as consequências da pandemia como o distanciamento social tão necessário para se combater a Covid-19.

Durante o mês de junho quatro grandes atrações terão espaço nas redes sociais do Contador. Três shows de artistas gostosenses com transmissão no nosso Facebook (Elenilson Júnior, Dedé Legião e João Marcelo) e a missa de Corpus Christi que será feita diretamente da Capela de Santa Luzia.

No próximo sábado, dia 06 de junho, será a abertura do projeto com o artista Elenilson Júnior que agitará a galera com muita música junina e clássicos nordestinos. Anote o horário aí, será às 20h na nossa página no Facebook, bem como pelo canal do Dedé no YouTube.

  • No dia 11 de junho, às 19h, será a transmissão da Missa de Corpus Christi celebrada pelo padre Jecione Melo.
  • No dia 17 de junho, às 20h, tem mais um encontro musical, desta vez com Dedé Legião.
  • Por último, no dia 20 de junho, às 20h, tem o polivalente João Marcelo que trará Vitinho e Milena para embalar nossa noite com muita música.

O projeto Sons do Contador foi contemplado pelo edital simplificado Tô Em Casa e Tô Na Rede realizado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte por meio da Fundação José Augusto.

Curta junto conosco. Nós continuamos de olho!

#CONTADORCAST 04 – A MÚSICA E AS ARTES EM TEMPOS DE ISOLAMENTO

Nesta semana o debate do podcast do Contador de Causos será sobre as consequências do isolamento nas artes, cultura e na música. O que estes setores estão fazendo? Até onde o Covid-19 vai afetá-los? Aperta o play pra ouvir!

EQUIPE CONTADOR

Pauta: Ailton Rodrigues e do Contador de Causos
Na mesa: Ricardo André (@avelrn), Ailton Rodrigues (@ailtonrod94) e Andrieli Torres (@andrielitorres)
Edição e Arte: Rubens dos Anjos (@orubensdosanjos)
Nos encontre também nos links
Instagram: instagram.com/contador.causos?igshid=18iq653men8tg
Facebook: http://www.facebook.com/ocontadordecausos/

JÚNIOR GROOVADOR PARTICIPA DE ‘JUMANJI: PRÓXIMA FASE’

Baixista natalense participar de ação promocional do próximo filme de Jumanji que estreia no dia 16 de janeiro.

POR IASLAN NASCIMENTO

No Trailer, o músico potiguar Júnior Groovador recebe uma caixa do Jack Black (Com quem tocou no Rock In Rio 2019) e é teletransportado para Jumanji (Dunas de Natal). O nosso Groovador dá um show de carisma e interpretação. Veja o Vídeo abaixo:

FEST BOSSA & JAZZ ANUNCIA SAMARA ALVES COMO ATRAÇÃO PARA SÃO MIGUEL DO GOSTOSO

Cantora potiguar que participou da edição deste ano do The Voice Brasil vai se apresentar com a Filarmônica Monsenhor Honório no sábado (12).

Por G1 RN

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Samara Alves foi um dos destaques do The Voice Brasil 2019

O Fest Bossa & Jazz anunciou nesta segunda-feira (7) a cantora potiguar Samara Alves como atração para a programação do evento em São Miguel do Gostoso, litoral Norte potiguar. O evento começa nesta quinta-feira (10) e vai até o próximo domingo (13) com 12 shows gratuitos, além de jam sessions, oficinas e workshops.

Natural de Rio do Fogo, a potiguar Samara Alves foi uma das destaques da edição deste ano do The Voice Brasil, programa da Rede Globo, em que fez parte do time da cantora Ivete Sangalo.

No Fest Bossa & Jazz ela vai se apresentar em uma participação especial com a Filarmônica Monsenhor Honório, do município de Macau. A apresentação dela acontece no sábado (12), às 20h, no palco principal montado na Praia da Xêpa.

A abertura do evento acontece na quinta-feira (10), às 20h, no Polo Praia do Maceió, com Ricardo Baya convida Diogo das Virgens (RN). Além dele, também vão subir ao palco do festival nomes como Chaskys (Peru), Bossa & Jazz Street Band (RN), Sesi Big Band convida Duo Taufic (RN), Rircado Silveira (RJ), Funkeria (PB), Erickson Grillo (RN), Melly (BA), Khrystal (RN) e os paulistas Blues Beatles.

Além dos shows, o festival promove oficinas socioambientais e workshops musicais. Neste ano, o Fest Bossa & Jazz comemora 10 anos e está pela terceira vez em São Miguel do Gostoso. O evento já passou por Pipa em 2019.

Original: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/o-que-fazer-em-natal-e-regiao/noticia/2019/10/07/fest-bossa-and-jazz-anuncia-samara-alves-como-atracao-para-sao-miguel-do-gostoso-rn.ghtml

ROCK IN RIO COMEÇA EDIÇÃO 2019 COM POLÊMICA, POLÍTICA E MÚSICA (É CLARO!)

Um breve resumo do que rolou no primeiro fim de semana do maior festival de música do mundo.

POR FABIANO GARCIA

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Cidade do Rock ferveu no 1º FDS do Rock In Rio

Nesse último fim de semana o Parque Olímpico do Rio de Janeiro tornou-se mais uma vez a “Cidade do Rock”, recebendo a primeira parte do maior festival de música do mundo, o Rock in Rio. Os mais de 385 mil m² de área utilizados pelos organizadores reuniram artistas de diversos gêneros musicais que fizeram do festival uma miscelânia de ritmos e cores.

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Jessie J volta ao Rock In Rio com “culto” de alto nível.

O palco Sunset mais uma vez foi destaque nesse primeiro fim de semana do RiR, trazendo combinações impensadas e shows marcados pelo tom político, como o da banda paulista “Titãs” que dividindo o palco com o rapper Edi Rock e as cantoras Érika Martins e Ana Cañas (que fez top less durante a apresentação) arremataram o público presente. A diva Elza Soares fez uma belíssima apresentação com agressividade na medida certa. A participação do grupo de rap Racionais MC’s não ficou apenas no show dos Titãs, Mano Brown colou no palco Sunset fazendo o melhor do Funk “raiz” juntamente com a lenda do baixo Bootsy Collins. A cantora britânica Jessie J, o cantor Seal e a banda Whitesnake foram destaque e fizeram shows que mereciam estar no Palco Mundo. Artistas nacionais como Ego Kill Talent, a potiguar Plutão Já foi Planeta e a cantora Iza representaram muito bem junto com seus convidados.

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Iza e Alcione agitaram o Sunset.

O palco mundo foi cenário de grandes apresentações e o escolhido neste ano para abrir o festival foi o DJ Alok que levantou o público presente com seus hits e o que se viu a partir daí foi uma grande celebração da música mundial. Os shows foram em sua grande parte abençoados pela chuva e sem dúvida o show mais divertido foi o do Tenacious D, banda do ator Jack Black. Além de se divertir no palco com performances irreverentes ainda teve a participação do baixista Potiguar Junior Groovador, que com seu talento e carisma chamou a atenção de Jack Black nas redes sociais e foi convidado pela organização para tocar junto com a banda. Os Raimundos, que fizeram sua estreia no RiR, junto com o CPM22 representaram dignamente o Rock Nacional, que apesar do gênero não figurar o mainstream atualmente, mostrou que o rock ainda tem força em grandes eventos colocando o público pra estremecer a Cidade do Rock. As cantoras Bebe Rexha, Ellen Goulding, Ivete Sangalo e as bandas Weezer, Dave Matthews Band fizeram shows que com certeza deixaram os fãs satisfeitos.

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Bon Jovi deu um beijo em fã no seu show no Palco Mundo.

Sobre os headliners, Foo Fighters e Bon Jovi fizeram o que todos estava aguardando: uma avalanche de hits, seguidos de muita empatia com o público. Já o rapper Drake polemizou ao não permitir a transmissão de seu show alegando problemas na iluminação, além de outras exigências e reclamações por parte do artista. Todos esses entraves deixaram a organização com uma baita dor de cabeça até poucos momentos antes da apresentação, mas no final o show ocorreu normalmente, apesar da baixa iluminação no palco durante toda apresentação.

Apesar dos cancelamentos pré-festival de alguns nomes como Cardi B e Megadeth o evento não perdeu fôlego e continua na próxima semana com destaque para os shows do Iron Maiden, Red Hot Chili Peppers e Pink. Até mais!!!

Nós continuaremos de olho.

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Olá, leitor (a)!

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Fonte: Canal do Ensino

 

IRREVERENTE E CHEIA DE GINGA: IZA DEFINITIVAMENTE FOI A GRANDE REVELAÇÃO DA MÚSICA EM 2018

Cantora lançou seu álbum com uma pegada cheia de mensagens e junto com sua ascensão pessoal na TV fechada, roubou a cena em 2018.

POR AILTON RODRIGUES

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Iza foi o fenômeno de 2018.

Ela nasceu em Olaria no Rio de Janeiro, mas passou sua infância em Natal onde já disse em entrevistas que teve seu primeiro contato musical ao cantar em uma igreja que frequentava. Surpreendente pensar que aos 27 anos uma mulher formada em Publicidade e Propaganda fosse dar um reboot na sua carreira e mergulhasse na área da música com tamanha qualidade e força.

Com influências pesadas como Whitney Houston, Beyoncé e Rihanna, Iza começou sua carreira entrelaçada com o rap, mas aos poucos veio mesclando sua veia no pop, inclusive já pretendendo fazer parcerias em 2019 com Alok e Bruno Martini, grandes produtores e DJs. As mensagens que ela traz nas letras com mais força são o empoderamento feminino e negro que são sempre carregados de vibração e ginga (como é o título de um de seus grandes sucessos).

Além do álbum Dona de Mim, lançado em abril de 2018, Iza mostrou ter muita irreverência comandando o programa “Música Boa Ao Vivo” no canal por assinatura Multishow. Suas performances foram surpreendentes e viajaram por praticamente todos os gêneros.

No mundo das premiações ela recebeu 18 indicações, incluindo o Grammy Latino como Melhor Álbum Pop Contemporâneo de Língua Portuguesa, e ganhou 5 (Women’s Music Awards – Melhor Música, Melhor Álbum e Revelação do Ano / Prêmio Glamour – Cantora do Ano / Prêmio Multishow – Melhor Música).

Pela vida pessoal, Iza aparenta também estar muito bem, casou recentemente com o produtor musical Sérgio Santos e postou fotos da sua lua de mel que fez muito marmanjo ficar babando com a saúde da diva. E essa é outra das suas faces: sex simbol.

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Casamento de Iza foi um dos grandes eventos do fim de ano.

Na sua obra prima, o álbum Dona de Mim, foram 14 faixas lançadas e uma turnê muito bem sucedida. Ela mencionou em uma entrevista ao Jornal O Tempo a inspiração para o nome do álbum:

“Esse nome (“Dona de Mim”) remete muito ao autoconhecimento, e é exatamente isso que eu quero passar. Todas as minhas músicas, falando de paixão, de amor e de união, corroboram com esse título e confirmam que eu sou realmente dona de mim”, declarou a cantora.

Para nosso colunista de música, Fabiano Garcia, Iza é uma cantora que trouxe a ginga brasileira com uma sonoridade moderna e globalizada: “O som que ela faz tem características para despontar no cenário internacional”.

Ouça as faixas do álbum Dona de Mim:

1.”Ginga” (com a participação de Rincon Sapiência)

2.”Bateu” (com a participação de Ruxell)

3.”Pesadão” (participação especial de Marcelo Falcão

4.”Corda Bamba” (com a participação de Ivete Sangalo)

5.”Rebola” (com a participação de Carlinhos Brown e Gloria Groove)

6.”Saudade Daquilo”

7.”Engano Seu”

8.”É Noix” (com a participação de Thiaguinho)

9.”Toda Sua”

10.”Você Não Vive Sem”

11.”Dona de Mim”

12.”Lado B”

13.”No Ponto”

14.”Linha de Frente”

E aí, concorda que a deusa Iza não é um fenômeno? Até qualquer hora!

O CONTADOR VIU: LIGA DA JUSTIÇA.

POR IASLAN NASCIMENTO

Olá amigos, LIGA DA JUSTIÇA está entre nós. E hoje vamos falar um pouco desse filme que reuni a equipe de heróis do universo da DC Comics.

 

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          Permeado por polêmicas que vão desde um histórico manchado pelas críticas (Batman vs Superman e Esquadrão Suicida) até a troca de diretores (saiu o Zack Snayder por motivos pessoais e entrou Joss Weadon conhecido por ter dirigido: Vingadores, Vingadores 2 a era de ultron, Toy Store), Liga da justiça seguia como uma incógnita na cabeça tanto dos fãs de quadrinhos quanto dos críticos de cinema.

            Mas a verdade é que desde o fim de outubro o mundo do cinema respirava a liga, muitos vão “dizer isso não é verdade, estamos respirando é Star Wars” e eu digo também, estou ansioso para ver o universo de Star Wars, mas novembro é o mês da liga, e tanto é que todas as salas da grande Natal e claro de todo o Brasil estavam lotadas, de fãs, cosplayers, “fãs da concorrência”, jovens, adultos, meninos e meninas, sozinhos ou em grandes grupos, estavam todos ali para ver o início da Liga, e o início não nos decepcionou.

           Batman (Ben Affleck), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Flash (Erza Miller), Aquaman (Jason Mamoa), Ciborgue (Ray Fisher), está é a equipe da liga formada no filme. Liderada pelo Batman e pela Mulher Maravilha a equipe tem uma motivação praticamente igual para se juntar: Derrotar o vilão em comum. A típica motivação para heróis se juntarem, tanto nos quadrinhos, filmes, séries e afins, e por ser uma adaptação de quadrinhos essa é uma motivação totalmente aceitável.

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            Quero começar a dissecar esse filme pelos destaques positivos do filme. Entre os personagens os maiores destaques são: A Mulher Maravilha e o Flash. A Mulher Maravilha rouba os holofotes para ela em todas as cenas que ela aparece, ela é dona de tudo. Forte, rápida, destemida, a cara dessa liga. Nunca vi em filmes de heróis uma personagem feminina com tanta força e representatividade.

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          O outro destaque do filme é o Flash, assim como a Mulher Maravilha, a cena que ele está, ele é o destaque. Cheio de piadas e referências da cultura pop. Uns podem dizer que ele só faz piada, mas no caso do Flash é completamente aceitável pelo simples fato de que essa é a personalidade do Flash, brincalhão, piadista, a final nessa adaptação para cinema eles preferiram adaptar o Barry Allen divertido e cheio de piadas e um pouco menos do Barry Allen cientista forense que vemos na série de TV.

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        Os outros que compõe a equipe também tem seus momentos, todos personagens (exceto o Ciborg) estão mais leves e descontraídos o que na minha opinião não atrapalha o filme. Talvez você não goste muito do Batman tentando ser engraçado, mas ele não faz isso sempre então não se preocupe. O Aquaman é meio “vida loca” e as vezes parece que ele não liga muito para nada. O Ciborg é o menos “alegre” da liga, afinal ele passou pelo trauma de ter seu corpo refeito a partir de “peças mecânicas”.

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          Agora que você já tem um resuminho do filme, aconselho você ir ver o filme no cinema, pois agora eu vou “soltar” alguns Spoilers.  Super recomendo o filme, E se você não vai seguir bom filme e depois voltar aqui para continuar lendo essa crítica vlw, até mais!

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Pra você que ficou vamos seguir com os spoilers agora rsrs

                O Tom do filme está mais para o de Mulher Maravilha, o que é bom, pois é um tom que deu certo. Ainda temos algumas cenas escuras e muitas cenas em câmera lenta afinal não dá pra refazer um filme todo, o filme ainda tem muito a cara do Zack Snyder. As cenas com câmera lenta são uma das poucas coisas que me incomodaram no filme, parece que sempre que o herói vai fazer um movimento bacana ele tem que usar a câmera lenta para você ver como aquele personagem se mexe bem e o quanto aquele movimento é foda, mas quando usado muito esse recurso fica chato.

               A trilha sonora ela tá lá, não tão impactante quanto a de Batman Vs Superman e Mulher Maravilha, mas está lá. Confesso que em alguns momentos do filme, ela passou despercebida, mas ouvindo-a nesse exato momento enquanto escrevo esse texto consigo lembrar exatamente das cenas onde elas apareceram. O tema da Mulher Maravilha sofreu alterações e na minha opinião ficou menos impactante. No filme também temos a trilha sonora clássica do Superman  repaginada e está muito bem-feita.

Trilha sonora da Liga da justiça completa.

             O vilão. Uma coisa eu percebi assistindo esses filmes de heróis, é que está realmente muito difícil fazer bons vilões, mas no caso da liga da justiça isso pode até ser explicado, pelo simples motivo de que nesse filme os diretores/roteiristas tiveram que introduzir e apresentar 3 heróis: Flash, Aquaman e Ciborgue (Cyborg) e isso leva demasiado tempo, tempo esse que falta para desenvolver o vilão a ponto prejudica-lo. Acho que olhando por todos os ângulos do filme, o todo “poderoso” Lobo da estepe não passou de um vilão coadjuvante para juntar a liga para possíveis grandes vilões. E sim fora as várias câmeras lentas do filme, eu também não gostei da forma como o vilão foi ”derrotado”.

             Esse filme é cheio de referências, seja ao próprio universo como Lanterna Verde e o Zeus, sim o deus grego aparecendo em uma batalha, ou do nosso universo como um dos monitores do Flash exibindo Rick and Morty. E como já foi dito o Flash é o cara das referências ele chega a citar o filme o Cemitério Maldito, filme baseado no livro homônimo do Stephen King.

       O Batman. Nesse filme o morcegão mais uma vez foi mostrado de uma forma diferente no filme. Parece que tanto o Batman Vs Superman quanto Liga da justiça fazem o Batman parecer muito frágil ao enfrentar os vilões com poderes sobre humanos, o que pode ser um problema, pois nas grandes lutas já que não pode infringir dano a esses seres ele vai apenas assistir?

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             E agora vamos falar sobre o Superman (Henry Cavil) todo mundo quer saber dele. E sim amigos o Clark Kent voltou, e a cena que ele volta meu amigo é fantástica, pra falar a verdade o Superman dá mais trabalho pra liga que o próprio vilão do filme, afinal o Superman é invencível a menos que você saiba sua fraqueza ;). O artificio para fazer o Superman voltar ao controle de sua consciência e para de lutar contra os membros da liga me lembrou um pouco a artificio que foi usado em Batman Vs Superman, a Louis Lane e fala com ele e de repente a raiva dele some e foi isso. O Superman na luta final contra o Lobo da estepe mostra o quanto o herói é forte, antes dele chegar os cinco quase não conseguiam derrotar o Lobo e quanto o Clark chega o vilão é “derrotado” em minutos.

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         Cenas pós-créditos. Temos duas. Uma pura brincadeira e outra muito importante para a trama mas não quero me demorar muito por aqui. Tô aqui só pra dizer que podemos ter uma liga de vilões para bater de frente com a liga da justiça e que o exterminador (possível vilão do filme solo do Batman) tá animal.

    Amigos obrigado por acompanhar o texto até aqui. Já assistiu o filme comenta aqui o que você achou. Ainda não assistiu!? Tá esperando o que vai lá conferir esse filmaço. É isso até mais pessoal, vou deixar pra vocês um vídeo dos bastidores do filme, mas cuidado se você não assistiu tem SPOILERS!. Até mais Galera.

 

 

7º DIA DE RIR: SUNSET HANDBANGER E HITS DO RED HOT CHILI PEPPERS FECHAM O FESTIVAL

The Offspring, Thirty Seconds to Mars e Capital Inicial também se apresentaram no último dia do evento.

POR LUCAS BRÊDA
DO SITE ROLLING STONE

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Red Hot Chili Peppers no RIR 2017.

Acabou o Rock in Rio 2017. Depois de sete dias de shows, o Parque Olímpico do Rio de Janeiro viu o Red Hot Chili Peppers dar fim à festa de dezenas de milhares e fechar a tampa de mais uma edição de um dos festivais mais bem-sucedidos do mundo – a quarta carioca desde 2011, quando o Rock in Rio retornou à sua casa após versões em outros países.

O último dia foi tão cheio quanto as datas mais esperadas: especificamente os de Maroon 5 (no sábado, 16), Bon Jovi e Guns N’ Roses. Quem foi ao Rock in Rio no domingo, 24, viu um palco Sunset praticamente sem encontros, completamente diferente dos dias anteriores. Em vez disso, uma série de atrações de rock pesado (uma possível “compensação” por não haver o tal “dia do metal”) foram escaladas: o novo Ego Kill Talent, o agitado Republica (que acabou de lançar o disco Brutal & Beautiful) e, mais uma vez no festival, o pesadíssimo Sepultura, cujos shows catárticos sempre deixam a sensação de que mereciam o palco principal.

No palco Mundo, o Capital Inicial abriu os trabalhos. Liderada por Dinho Ouro Preto, figura tanto querida quanto personagem de meme, a banda fez o típico show de abertura do palco: hits muito conhecidos em sequência saudosista. Ouro Preto se esforçou bastante para honrar a veia política do grupo e manter as faixas mais verborrágicas ainda com algum sentido.

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Thirty Seconds To Mars no RIR 2017

The Offspring e Thirty Seconds to Mars fizeram dois shows bastante distintos no palco Mundo. O primeiro foi sincero ao resgatar as faixas tão nostálgicas para os adolescentes de 20 anos atrás, em um show raro no line-up do Rock in Rio: punk e simples, e que conversou até com o público menos ligado. Já o Thirty Seconds to Mars deixou o som de lado para abusar das firulas: tirolesa como em 2013, bandeira do Brasil, fãs no palco, Jared Leto tomando açaí…

Grande atração do dia, o Red Hot Chili Peppers jogou seguro, com um show enxuto, de 17 músicas em 1h30 e poucas novidades. O quarteto está em turnê com o disco The Getaway (2016) e mostrou apenas três faixas do trabalho – para a alegria do público do megafestival, sempre sedento por hits.

O show do último headliner também revelou muito sobre a dinâmica deste Rock in Rio 2017. Foi uma apresentação que funcionou, especialmente quando a banda puxava algum sucesso (“Under the Bridge” foi apoteótica), mas que não foi memorável, assim como a maioria dos shows que passaram pelo palco Mundo. Houve, contudo, uma pesada exceção: o The Who, que em sua primeira passagem pelo Rio de Janeiro fez uma apresentação difícil de se esquecer, repleta de clássicos da discografia da banda.