UNIVERSITÁRIOS VÃO A CÂMARA E PROTESTAM NAS RUAS DE GOSTOSO

17º dia consecutivo de incertezas no transporte universitário ganha mais drama com a prefeitura também “cortando gastos” dos ônibus do ensino médio e municipal.

POR AILTON RODRIGUES
SÃO MIGUEL DO GOSTOSO/RN

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Manifestação dos universitários.

Os universitários de São Miguel do Gostoso começaram a agir de forma mais enérgica nesta segunda-feira (29) e se manifestaram na Câmara dos Vereadores e nas ruas contra a suspensão do ônibus que era disponibilizado pela prefeitura.

A “novela” do transporte universitário chegou ao 17º dia de incertezas, os alunos já chegaram a fazer uma “cota” e pagaram o abastecimento do transporte por três dias, mas muitos alegam não ter condições de arcar com esses custos caso a situação persista.

O novo caso hoje foi em relação aos alunos do ensino médio técnico do IFRN que só terão transporte por um turno, de acordo com a proposta fornecida pela gestão todos os alunos sairão de Gostoso pela manhã e só retornam a noite quando todos estudarem. Também não houve transporte para os alunos dos distritos e nesse caso estamos falando do ensino fundamental!

NA CÂMARA

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Câmara foi solidária aos universitários.

Às 14h os universitários se reuniram na Câmara dos Vereadores e participaram da 19ª sessão ordinária. Com o intuito de pedir apoio, os discursos apresentados pelos estudantes Ângela Maria e Ailton Rodrigues foram levados para o lado do bom senso e da ética.

Os vereadores se mostraram compreensivos com a causa e prometeram ajudar a todo custo, sugerindo até que a própria câmara poderia arcar com o ônibus, caso a parte jurídica da casa permitir.

“Não tem cabimento esse ônibus ser privado a vocês! A situação é de calamidade. Nós temos que marcar de ir amanhã com vocês pra resolver esse problema. A câmara está pagando pela administração desastrosa”, disse Alberto Charles, presidente da câmara.

NAS RUAS

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Alunos manifestaram sua indignação.
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Caminhada nas ruas de Gostoso.

Com a certeza de mais um dia sem o ônibus, os alunos resolveram se manifestar por meio de um protesto. Com direito a cartazes, apitaço e nariz de palhaço os 40 alunos, que se fizeram presentes na sessão, percorreram as principais avenidas da cidade.

Os pontos escolhidos para as paradas, primeiramente na porta da prefeitura, na sequência nas residências da prefeita, Maria de Fátima, e da Secretária de Educação, Isabel de Matos.

O Contador vai ficar de olho nessa crise em Gostoso. Até qualquer hora!

Educação e Escolarização: quem são os responsáveis nesse processo?

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Conheça o que são esses conceitos e como eles diferem-se um do outro

Olá, leitores!

Desde o princípio da humanidade, o ser humano sempre busca se aperfeiçoar diante das situações que enfrenta, adaptando o mundo em que vive em função de suas necessidades. Um conceito que sofreu e sofre muitas mudanças ao longo do tempo é a educação, um tema que está sempre em pauta nas mais diversas esferas da sociedade. Porém, outro termo mais recente se comparado ao processo educacional, mas que causa certa confusão quanto ao entendimento e responsabilidade é a escolarização. Afinal, Quem são os responsáveis por passar adiante o ensino?

Definição dos termos

Segundo o dicionário on-line Michaelis, educação é o “processo que visa ao desenvolvimento físico, intelectual e moral do ser humano, através da aplicação de métodos próprios, com o intuito de assegurar-lhe a integração social e a formação da cidadania”, ou seja, por essa definição é possível compreender que a educação é um processo contínuo na formação de alguém, a pessoa está em constanteprocesso de educação para sobreviver no meio em que vive. Resume-se que quem inicia esse processo são os pais.

escolarização, pelo conceito do dicionário do Aurélio, é o “ato ou efeito de escolarizar ou de se escolarizar; conjunto de conhecimentos adquiridos na escola”. Por essa definição é possível confirmar que o processo de escolarização se dá pela escola, uma instituição de ensino capaz de formar o indivíduo com esse tipo de conhecimento.

Mas se os conceitos encontram-se tão claros quanto às definições, porque há essa confusão quanto ao ato de educar. A escola é responsável por essa etapa? Os pais são completamente responsáveis pela formação de alguém? Vamos separar estes conceitos e diferenciá-los.

Como diferenciá-los?

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O professor, filósofo e escritor Mário Sérgio Cortella diz que “a educação é a formação de uma pessoa – responsabilidade dos pais – e a escolarização é um pedaço da educação”, portanto resume-se que a escola não é a responsável pela total educação dos filhos, não cabe a instituição ensinar os estudantes como podem e/ou devem portar-se perante a sociedade. O dever da escola é participar, complementar a educação do indivíduo, que é de responsabilidade de seus responsáveis, ou, a família.

Portanto a família e os responsáveis são os responsáveis por construir o indivíduo em questão do caráter e da conduta para com o outro. Os pais possuem um dever deensinar seus filhos, mostrando como se caracteriza a sociedade, quais são os desafios que enfrentarão, como podem portar-se diante de uma situação, mas isso não pode “aprisionar” alguém, muito pelo contrário, essa educação deve complementar a educação para o indivíduo analisar o que ele deseja ou não fazer diante de ocasiões diferentes, quem decide como agir é a própria pessoa, de acordo com os ensinamentos que assimilou durante sua vida, desde a educação dos pais, a escolarização da escola, até as experiências com os amigos, com a vivência no bairro em que vive e no país que reside.

Ao analisar estes dois termos, educação e escolarização, é possível verificar que a educação abrange a escolarização e muitas outras áreas que compõem a rotina do ser humano. A escolarização busca mostrar e preparar o indivíduo quanto aomercado de trabalho, ao aprimoramento do conhecimento múltiplo, ou melhor, os diversos tipos de inteligências, como a inteligência lógica, a linguística e a musical. São termos diferentes, mas relacionados, onde a escolarização é um componente da educação.

Fonte: Canal do Ensino

Qual é a importância da escola na formação do cidadão?

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Qual é o verdadeiro papel na vida de uma pessoa? Qual é a real importância da escola na formação do cidadão e na preparação de uma criança ou jovem para viver em sociedade?

Olá, leitores!

Esse tipo de questionamento pode nos levar a diversos outros pontos a serem abordados. A escola tem uma grande importância e responsabilidade naformação de um cidadão, mas antes de falarmos mais sobre isso, vamos pensar primeiro e entender o verdadeiro porquê de a escola existir.

A escola existe com a finalidade de inserir as crianças em um círculo social, onde ela irá conhecer estranhos, obedecer às regras e criar uma rotina. Além disso, um dos fatores mais importantes da escola é transferir o conhecimento às pessoas e passar os conceitos básicos da vida em sociedade.

Desde o seu início até os dias atuais, a escola conseguiu moldar-se e adaptar-se as tendências tecnológicas do dia a dia. Com isso, ela foi mudando aos poucos para conseguir ser um local adequado para transmissão de conhecimento.

Estamos acostumados a ouvir que a educação é a principal responsabilidade da escola. Mas, apesar de não podemos deixar esse aspecto de lado, já que isso também tem grande importância na formação de uma pessoa, devemos estar cientes que a escola é mais do que isso.

Vários aspectos básicos da vida em sociedade são aprendidos na escola, como os aspectos de convivência social e hierarquia. Veja bem: hierarquia existe em todos os setores da vida de uma pessoa, isso é fato. Além disso, as primeiras noções de respeito são passadas pela escola.

Qual é a importância da escola nos primeiros anos da alfabetização?

Nos primeiros anos escolares, a escola tem um compromisso com os alunos, um compromisso de socialização.

Isso acontece porque, em um primeiro instante, os aspectos básicos que devem ser passados aos alunos, são os conceitos de convivência em sociedade e respeito. Tudo isso antes mesmo de iniciar a verdadeira alfabetização e a transmissão do conhecimento.

A criança, quando entra numa escola, seja aos quatro ou aos seis anos de idade, aprende a se socializar com outras crianças da pré-escola.

A pré-escola visa a “comunhão social” logo nas fases inicias de desenvolvimento dos alunos. Isso ajuda no aspecto da socialização, como também, ajudam-nas a se acostumarem com a rotina escolar e o ambiente de uma sala de aula antes que eles ingressem no primeiro ano e comecem de fato a transmissão de conhecimento entre professor e aluno.

A socialização é necessária para compreendermos como a vida funciona. A criança necessita, desde cedo, saber quais são os seus direitos e deveres. Devem aprender a ter a noção de respeito e adquirir o gosto pela busca do conhecimento. O professor também tem o papel de ser um guia durante todo o caminho escolar até a vida adulta. Ao mesmo tempo em que tem que lidar com a árdua tarefa de transmitir o conhecimento.

A escola é para ensinar e não para educar

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A escola tem o papel de ensinar os alunos a buscar o conhecimento, a sempre aprenderem os aspectos básicos de matérias que serão utilizadas durante toda a vida de uma pessoa, como muitas vezes acontecem, também fica responsável por educá-los para a sociedade.

Quando dizemos educar, estamos falando apenas da transmissão de conhecimento. O erro comum de muitos pais é não educar os seus filhos de acordo com o comportamento social adequado a diversas situações.

Os professores, muitas vezes, têm que tomar para si o papel de transmissor de conhecimento e educador, ou seja, também fazem o papel que deveria ser dos pais. O trabalho de educar uma criança ou um jovem pode ser feito pelo professor. Contudo, ele sempre precisará contar om o auxílio dos pais.

Um exemplo disso é a noção de certo ou errado. As crianças precisam ter uma noção de como agir corretamente, devem saber diferenciar o tipo de ato praticado por elas.

As regras são muito importantes para que os filhos comecem a entender aquilo que eles podem ou não fazer. Muitos pais agem dessa forma, porém, apenas dentro de casa. Quando o aluno age de forma incorreta em outros lugares, na escola, por exemplo, os pais não se preocupam muito.

Contudo, isso é um erro, pois eles apenas estão amenizando os problemas deles em casa em vez de preparar a criança para a sociedade. Algumas vezes, muitos pais esquecem disso e depois não sabem lidar com o filho na fase de adolescência.

Qual é o verdadeiro papel do professor na escola?

Os professores são vistos como inimigos por alguns alunos. Contudo, isso não é verdade, por mais que algumas vezes possa acontecer. O que queremos dizer é que, mesmo aquele professor que chama muito à atenção dos alunos, está preocupado com a educação dessa criança.

A maioria dos professores tendem a fazer de tudo para auxiliar e ajudar os alunos a resolverem seus conflitos sociais e pessoais, como também, ter a responsabilidade de transmitir o conhecimento neste processo.

Os professores sempre tentam ajudar o aluno a ter noções de sociedade e civilização e pode até ser que implicam com um ou outro aluno, mas tenha a certeza de que oprofessor faz isso com a intenção de corrigir possíveis erros ou defeitos do aluno, ou seja, a intenção é sempre mostrar como a vida irá tratá-los, mostrar que a vida não é tão simples assim.

A função do professor varia de passar conhecimento a aconselhar os discentes a tomarem o melhor caminho para o seu futuro.

O cidadão começa a entender como a vida funciona com as situações diárias exemplificadas em sala de aula, entende a necessidade de um trabalho, de cumprir com seus deveres e de ter uma rotina.

Dentro da escola aprendemos o dever e a necessidade de cumprir as funções básicas da vida adulta: ter uma rotina, compreender o conteúdo, ser sociável com os colegas, executar as tarefas da melhor maneira possível, entre outros fatores.

Passar uma prévia de como funciona a questão de socialização é sim uma obrigação da escola, como também não podemos esquecer de ensinar e capacitar o aluno para a busca incessante pelo conhecimento.

Fonte: Canal do Ensino

3 idiomas essenciais no mercado de trabalho

 

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Segundo dados da Catho, o francês é o terceiro idioma mais exigido pelo mercado, atrás apenas do inglês e do espanhol

Olá, pessoal!

O mercado de trabalho brasileiro está cada vez mais competitivo, principalmente diante desse cenário de crise econômica e política. Com o aumento das taxas de desemprego no último ano, a procura por profissionais qualificados e com umcurrículo com diferenciais tem sido maior.

Dessa forma, além de graduação, MBAs e cursos extracurriculares, é preciso também ter conhecimentos em idiomas, para se colocar à frente dos concorrentes nosprocessos seletivos. Além do tradicional inglês, é preciso saber, no mínimo, mais duas línguas para que a sua experiência se destaque no mercado.

Segundo pesquisas realizadas pela Catho, especialista em seleção e recrutamento de pessoas, os outros dois idiomas mais exigidos pelas empresas hoje em dia são oespanhol e o francês. Este último, aliás, tem surpreendido muitas pessoas que já haviam se arriscado no mandarim, que era a nova aposta mundial por ser a língua mais falada no mundo.

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Até julho, os dados da Catho revelaram que mais de mil vagas pediam que os candidatos tivessem um nível básico ou avançado da língua mais romântica do mundo. Enquanto isso, 160 exigiam o japonês e apenas 37 oportunidades citavam o chinês.

Segundo especialistas, o francês tem sido cada vez mais exigido porque, além de seridioma oficial de países que mantém boas relações com o Brasil, também é a língua oficial da OTAN, da Cruz Vermelha e dos Jogos Olímpicos – você deve ter observado que na cerimônia de abertura da Rio 2016 o comitê falava em francês e em inglês. Além disso, o turismo e as empresas multinacionais presentes no Brasil também podem explicar a presença do idioma como 3º mais requisitado nomercado de trabalho.

Ao todo, estima-se que em no mundo quase 300 milhões de pessoas falem a língua, o que a coloca em posição de destaque no mercado. Aliás, segundo a Catho, o francês é o idioma mais falado pelos brasileiros depois do inglês e do espanhol. Na sequência aparece o italiano.

Para os recrutadores, a procura por cursos de línguas tem se tornado cada vez mais frequentes nos últimos anos e a escolha de opções diferentes pode ser explicada  pelo aumento no número de escolas especializadas. Outro facilitador é atecnologia, já que atualmente é possível encontrar diversos sites, aplicativos evideoaulas com cursos completos.

Mercado exige investimento em capacitação

É preciso investir constantemente em capacitação profissional. Além do idioma, recomenda-se também a aposta em cursos extracurriculares de liderança, marketing, comunicação, atendimento e outros tipos relacionados à área de atuação de cada um.

Além de aprender, por meio dos cursos é possível montar uma rede de relacionamento maior, o que auxilia não apenas no dia a dia do mundo empresarial, mas também na troca de conhecimento e, principalmente, indicação de ofertas de emprego.

Fonte: Canal do Ensino