
Ariclenes Silva visitou Fazendinha e Mundo Novo e declarou que o som foi o primordial nessa segunda jornada do Retrato da Comunidade. De quebra ele tirou uma imagem para registrar o dia dos professores.
POR ARICLENES SILVA
MUNDO NOVO, S.M. DO GOSTOSO/RN.

Saímos da sede por volta das 5h45 da manhã, o sol já estava a pino apesar da hora e resolvi visitar dois distritos relativamente pequenos que seria a Fazendinha e o Mundo Novo.
Ao chegar a Fazendinha foi bem tranquilo, um distrito com poucas casas relativamente pequeno, mas com características bem peculiares… Sabe aquele cheirinho de interior? Pronto foi o que senti, deu para ouvir até um pequeno raidinho tocando uma embolada de coco.

Como era começo da manhã, vi algumas famílias passando de carroça com intuito de irem para o trabalho. Outro som bem característico era os cachorros latindo.
No Mundo Novo, percebi que os senhores por lá gostavam de conversar e encontrei várias pessoas interessantes com inúmeras histórias de vida, que se eu passasse mais três horas por lá, ainda não seria suficiente para conta-las.

Mas a imagem que retratará o Mundo Novo para mim era de uma senhora que estava tentando ler para seu neto. Não era um livro e sim um conjunto de papeis provenientes de um caderno velho, porém tinham tanto significado, principalmente no dia de hoje que é considerado o dia dos professores!

Que essa imagem sirva como uma mensagem de que quanto mais “batam” na nossa dignidade, no nosso povo, mais a educação e somente a educação servirá de porta para um futuro melhor. Quem sabe essa criança não vai virar um médico, um advogado, ou melhor que tudo isso: um professor…
O meu colega Ailton Rodrigues não pode ir nesse encontro para o registro textual, por isso resolvi deixar aqui meu singelo comentário dessa viagem tão enriquecedora que fiz pelo Retrato da Comunidade, que teve como protagonismo o som.
Até a próxima!