PRÊMIO CDHEC: ENCANTANDO A TODOS

Com uma programação riquíssima, o Prêmio CDHEC 2015 foi realizado neste sábado 11 de junho de 2016. Venha conferir tudo que rolou nesse grandioso e emocionante momento de homenagens!

Por Auxiliadora Ribeiro – São Miguel do Gostoso/RN

Olha, eu sou suspeita a falar do Prêmio CDHEC. Mas vamos lá! Neste ano, o Prêmio realizado pelo Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania – CDHEC chegou em sua terceira edição e, como sempre, premiou o público com uma programação recheada. O objetivo do Prêmio CDHEC é homenagear as ações socioambientais que são realizadas em Gostoso.

O evento iniciou com atraso, no entanto, compensou a todos com os shows de talentos que conduziram a noite! O pastoril Cativantes Tear abriu as apresentações e logo em seguida o Boi de Reis Tear. E olha, foi uma noite de grandes emoções para essa galerinha em! Mesmo recebendo uma triste notícia de falecimento de um parente de um dos integrantes do Boi de Reis, pouco tempo antes de entrarem em cena, essas duas famílias culturais balançaram mas não deixaram a peteca cair. Mostrando que têm protagonismo e determinação, deixaram as lágrimas de lado e seguiram. Como sempre arrasaram! Valeu galerinha boa!!!

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Pastoril Cativantes Tear: foto de Ariclenes Silva
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Boi de Reis Tear: Foto de Ariclenes Silva

E olha o que as Cativantes (Pastoril Tear) fizeram comigo: eu me preparando para entrar em cena com o grupo Café com Leite logo após a apresentação do Boi de Reis, as meninas me fizeram uma linda e emocionante homenagem através de um belíssimo texto e uma belíssima dança! Gente, haja coração! Meninas muito obrigada!!! Pensa que parou por aí? As emoções continuaram…

O evento prosseguiu conduzido pelos cerimonialistas Ana Paula e o nosso Contador Ailton Rodrigues, que deram um show de elegância!

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Cerimonialistas Ana Paula e Ailton Rodrigues: Foto Ariclenes Silva

Após os discursos do presidente do CDHEC Fernando Miranda e do tesoureiro Ricardo André foi a vez do Café com Leite apresentar, e deste coletivo eu sou mais que suspeita a falar. No entanto, tenho que falar… O trio Airis Vital, Rozangela Modesto e Auxiliadora Ribeiro fizeram uma produção personalizada sobre o Prêmio e modéstia a parte fizemos um ótimo trabalho!

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Coletivo Café com Leite: foto Ariclenes Silva
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Coletivo Café com Leite: foto Ariclenes Silva

E quanto aos vencedores??? – Calma minha gente! Vamos ao primeiro: na categoria Ecologia, pela terceira vez, a AMJUS com seu trabalho de preservação das tartarugas e da orla do município levou o “Oscar Gostosense” para casa! Eita que é difícil tirar o troféu deles em! O prêmio foi entregue pelo padre João Maria dos Anjos que fez um breve discurso. O Acácio Melo foi o representante da organização para segurar o troféu.

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Foto Ariclenes Silva

Logo após, o grupo “Nois na Rua” com um modelo dinâmico de apresentação, surgindo do meio do público, começaram a declamação de poesias, e que lindas e fortes declamações em! Depois dessa galera, foi a vez de conhecer o vencedor da categoria Cultura. Tan, tan, tan, tan… Oxe! São é vencedores meu povo! Ariclenes Silva e Fernando Miranda pelo projeto Retrato da Comunidade, concorrendo com a Heco Produções e com a escola Ana Ribeiro levaram suado e extremamente merecido o troféu do reconhecimento.

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Foto: Coletivo Nós do Áudio Visual

Seguindo a proposta de intercalar os acontecimentos, foi a vez do filme “O Pai da Noite” do Coletivo Nós do Áudio Visual, e como sempre arrancou bons risos da galera. Agora vamos saber o vencedor da categoria Cidadania… A AGOKS que trabalha com crianças, adolescentes e jovens através do Karatê, concorrendo com o Contador de Causos e a ASCDEG, pela segunda vez levanta o prêmio. A entrega foi feita pela Prefeita Maria de Fátima que brevemente fez um apanhado geral das ações socioambientais no nosso município. Cristiano Nunes também discursou e  destacou o trabalho do Contador de Causos através de Ailton Rodrigues na divulgação dos trabalhos da turma. Os Contadores agradecem Cristiano!

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Foto: Ariclenes Silva

Agora vamos ao vencedor da categoria Direitos Humanos: dessa vez foi! Otoniel Baracho indicado pela segunda vez, levou o prêmio pra casa e com uma linda ação compartilhou sua vitória com as demais indicadas, Katiana Barbosa e Dominique Pastore. Logo em seguida assistimos a um vídeo do ano 2015 do CDHEC, com algumas maravilhosas fotografias do nosso Ariclenes Silva.

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Foto: Ariclenes Silva

Pensa que acabou?  Temos ainda  a Menção Honrosa do CDHEC, que foi para a suíça Mergene. Ricardo André fez um resumo das contribuições dessa nobre senhora, não só para as ações em Gostoso, mas em várias partes do mundo. E agora, vem o prêmio desestabilizador. Dominique Pastore em memória de seu marido Wolgang Losch, através do Prêmio Ponta do Santo Cristo que homenageia o protagonismo juvenil, nessa 10ª edição reconheceu nosso Contador Ailton Rodrigues como o grande protagonista do ano 2015. Ele realmente arrasa!!! Parabéns Ailton, super merecido. Como disse Ricardo André, Dominique desestabilizou o rapaz. Ufa, foram muitas emoções!

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Foto: Ariclenes Silva

E para celebrar a noite de festa, a Banda Substância Zero fez a animação da noite! Fotos, petiscos e muita alegria!

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Foto Ariclenes Silva

O Contador de Causos está de olho em tudo em!  E olha nossa equipe aí… Até a próxima!

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Equipe Contador de Causos: foto Coletivo Nós do Audiovisual

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EDUCAÇÃO SUPERIOR

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MEC vai revogar portarias por deficiência de critérios técnicos

O ministro da Educação, Mendonça Filho, vai revogar duas portarias publicadas no final de abril último. A Portaria Normativa nº 7, que instituiu o Cadastro Nacional de Concluintes (CNC) dos cursos de graduação, e a Portaria Normativa nº 8, que criou indicadores de qualidade para a educação superior. Com isso, voltam a valer os anteriores.

A decisão do MEC está embasada em pareceres técnicos firmados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). De acordo com a presidente do instituto, Maria Inês Fini, ambas as propostas foram apresentadas sem nenhum planejamento prévio. “Sem a necessária adequação de estrutura técnica do Inep e sem comprovada justificativa ou necessidade”, disse.

O Inep é o órgão responsável pela discussão e elaboração de novos indicadores educacionais da educação básica e da superior. “Além disso, qualquer mudança de indicadores precisa estar pactuada com a sociedade, principalmente com os usuários diretos desses pretensos indicadores, a comunidade acadêmica”, explicou Maria Inês.

Hoje, existe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), integrado pelo conceito Enade [Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes], conceito preliminar de curso (CPC), e pelo índice geral de cursos (IGC). A produção de indicadores capazes de representar características, atributos e valores de atividades desenvolvidas nas instituições de educação superior é complexa. Portanto, requer o atendimento a requisitos mínimos, como comparabilidade, continuidade, operacionalidade e objetividade. “O Inep não é contra o aperfeiçoamento dos indicadores já existentes ou a implantação de novas formas de expressar o que se realiza no âmbito das instituições de educação superior”, esclareceu Maria Inês. “Mas, como disse, é preciso um conhecimento claro das variáveis; um banco de dados ampliado precisa ser estruturado anteriormente à implantação de um novo sistema de avaliação de qualidade da educação superior.”

Banco — No caso do Cadastro Nacional dos Concluintes, a portaria prevê a criação de um banco de diplomas dos cursos de graduação com acesso público irrestrito, sem atentar para a necessidade da adoção de um complexo processo metodológico para a sua implantação. Além disso, deixa uma lacuna nas responsabilidades atribuídas às instituições de educação superior quanto à atualização do cadastro e à identificação da veracidade e da autenticidade das informações junto ao CNC. Ou seja, da forma como foi proposto, o CNC não garantiria o controle necessário para enfrentar o problema das fraudes na conclusão dos cursos de graduação, como a venda de diplomas.

As portarias normativas do MEC nº 7/2016 e nº 8/2016, a serem revogadas, foram publicadas no Diário Oficial da União de 28 de abril último.

Assessoria de Comunicação Social (MEC)

 

 

EDUCAÇÃO BÁSICA

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Secretária defende repactuação de programas para racionalizar a aplicação de recursos

A secretária executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, defendeu a repactuação de programas da educação básica para minimizar os impactos da redução que o orçamento da pasta sofreu nos últimos dois anos e aperfeiçoar a aplicação de recursos em educação. A secretária participou, na terça-feira, 7, na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, de audiência pública sobre o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).

De acordo com Maria Helena, a intenção é aprimorar programas para evitar superposições, que muitas vezes levam a ações duplicadas e à fragmentação de recursos. Consequentemente, impedem a boa aplicação dos investimentos. “É possível fazer ajustes, de forma que tenhamos mais recursos para o Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] em relação ao custo aluno-qualidade inicial”, ressaltou.

A menção da secretária refere-se ao desafio do cumprimento da meta 20 do PNE, que trata do investimento público em educação pública. Maria Helena defendeu a reorganização do orçamento interno do MEC para aumentar gradativamente o valor por aluno, mediante avaliação de programas. “No caso da educação básica, são programas, principalmente, de repasses para estados e municípios, principais responsáveis pela oferta”, destacou.

A secretária executiva Maria Helena (que aparece na tela) acredita que ajustes poderão levar ao aumento de recursos para o Fundeb (Foto: Antonio Augusto/Câmara dos Deputados)

Durante a audiência, outros setores da educação insistiram na atenção ao financiamento. A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) em Goiás, Virgínia Maria Pereira de Melo, ressaltou que a proposta do MEC é importante, “devido à baixa perspectiva de orçamento dos municípios”. Na mesma linha, a presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Gilvânia Nascimento, lembrou que a meta 20 é que vai fazer as demais metas do PNE se tornarem realidade.

A sugestão da secretária foi bem recebida pelos parlamentares presentes à audiência na Comissão de Educação. Para a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), autora do requerimento da audiência pública, o desafio da educação em relação à questão do financiamento não é uma ameaça recente. “É uma realidade concreta”, disse.

A audiência pública buscou avaliar, no âmbito da Semana de Ação Mundial (SAM) de 2016, o segundo ano de implementação do PNE. A SAM reúne diferentes setores da sociedade pelo direito à educação. A mobilização ocorre em mais de 100 países, desde 2003.

Assessoria de Comunicação Social (MEC)