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O CONTADOR VIU: COISA MAIS LINDA – 2⁰ TEMPORADA

Série brasileira da Netflix continua sensível, mas poucos episódios apressam a trama.

POR AILTON RODRIGUES

Protagonistas Adélia (Pathy Dejesus), Malu (Maria Casadevall), Thereza (Mel Lisboa) e Ivone (Larissa Nunes).

A série brasileira Coisa Mais Linda chegou a sua segunda temporada na Netflix nesta última sexta-feira (18) e trouxe com ela a continuação de uma trama sensível, mas com algumas ressalvas.

Focada em manter o padrão da primeira temporada, Coisa Mais Linda ainda é cativante, mas seu desenrolar incomoda pela pressa. São apenas seis episódios, sendo os dois últimos com uma duração maior de 50 minutos.

Na trama a história de Malu (Maria Casadevall) continua depois do estopim do atentado a ela e a sua amiga Lígia (Fernanda Vasconcellos). Esta parte do feminicídio tem início, mas aparenta ter uma pausa e retomada no final da temporada. Malu, por sua vez, continua no drama de continuar equilibrar sua vida pessoal com a de administrar o seu clube de música que leva o nome da série.

Aliás, essa é uma característica de Coisa Mais Linda: seus pequenos clímax vão sendo rapidamente resolvidos ao longo de no máximo dois episódios. Aparentemente a beleza da trilha sonora e a força do debate de temas atuais como racismo e igualdade de direitos entre homens e mulheres (ou seja, feminismo) são os mais importantes para o roteiro. Podemos até afirmar que sororidade é a palavra de ordem.

Gostaria de destacar a grande atuação de Mel Lisboa, ela tem uma presença forte em toda a trama com sua personagem Theresa, além disso, seu arco vai sendo costurado de tal forma que só favorece o seu trabalho. As mulheres em si fazem melhores atuações que os homens na série, talvez até seja proposital.

A força das mulheres é marcante na série.

Para não deixar nenhuma das principais de fora, os arcos de Adélia (Pathy Dejesus) e Ivone (Larissa Nunes) demonstram o racismo e como o Rio de Janeiro dos anos 60 poderia ser tão machista. A vida no morro carioca que posteriormente se transformaria nas favelas e as manifestações religiosas de raiz africana também são mostradas de forma muito natural. Como deve ser.

Todavia, para quem assistiu a primeira temporada vale perceber que a toada continua a mesma. Minha principal crítica é justamente o medo que o roteiro teve de abraçar mais temas e dar mais relevância ao grande impacto do primeiro episódio.

Mas nada do que eu disse vai retirar o carisma de Coisa Mais Linda, inclusive a acho uma das obras brasileiras de melhor qualidade no streaming. Dê uma chance, vale a pena.

Nós continuamos de olho.

O CONTADOR VIU: 365 DNI

Filme ganhou os holofotes da Netflix nos últimos dias e traz roteiro fraco, mas com doses de erotismo.

POR AILTON RODRIGUES

Massimo tem uma relação polêmica com Laura

Uma das obras mais assistidas das últimas semanas na Netflix, o filme 365 Dni (ou 365 dias) vem chamando a atenção por ‘dar uma surra’ no erotismo que a franquia 50 Tons de Cinza tentou fazer há alguns anos e não conseguiu.

O filme é baseado em um livro homônimo escrito por Blanka Lipinska. Aparentemente os diretores Barbara Bialowas e Tomasz Mandes têm preguiça de se aprofundar no roteiro e por isso mergulham na bela fotografia italiana com inúmeras tomadas aéreas e imagens rotatórias (especialmente nas cenas quentes dos protagonistas).

Em uma breve sinopse pode-se dizer que a trama conta a história da diretora de vendas, Laura (Anna Maria Sieklucka), que teve sua vida drasticamente modificada quando aparece o misterioso Massimo (Michele Morrone), chefe de uma máfia siciliana. Ele sequestra a moça e promete que ela se apaixonará por ele após 365 dias do seu cárcere.

A grande polêmica do filme é justamente o que foi descrito nessa sinopse: a tendência de se romantizar o abuso e deixar naturalizar a chamada Síndrome de Estocolmo onde as vítimas psicologicamente simpatizam ou amam seus agressores após longos períodos de intimidação. Por isso que algumas frases trazidas pelo filme se tornam perigosas, como por exemplo a destacada abaixo:

“Não vou amarrar você, mas não me provoque porque eu não tolero desobediência”

Massimo.

Confesso que não achei o filme denso o bastante para chegar a este nível de interpretação porque achei ele raso, além disso, as sequências são tão superficiais que não dá para se aprofundar em nada. Desde a primeira cena há lacunas de roteiro (por exemplo, de onde saiu aquele tiro que matou o pai de Massimo?). Mas não devemos passar pano pra relativizar as polêmicas, né?

Roteiro é raso e não deixa se aprofundar muito.

Sobre as cenas picantes, inevitável dizer que são boas. Apesar que a intenção atestada pelo próprio trailer seria de bem mais profundidade (com o perdão do trocadilho). Todavia, como disse no início, o filme dá uma aula a 50 Tons de Cinza e pode ser considerada uma obra contemporânea do antigo Cine Privê.

Se você tiver entediado e sem o que ver nesse isolamento. Dá uma chance a 365 Dni, mas não espere muito do que uma boa dose de Sessão da Tarde para maiores.

Até qualquer hora!

VAMOS CONVERSAR SOBRE O LANTERNA VERDE

POR IASLAN NASCIMENTO

Decidi nessa quarentena mergulhar de cabeça em um dos personagens mais famosos da DC comics. Sempre gostei do herói, conhecia as histórias por cima, mas só agora estou de fato me aprofundando nas suas histórias e elas são incríveis.

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Alan Scott, primeiro Lanterna Verde

Sobre o herói

O Lanterna Verde foi criado por Martin Nodell e Bill Finger, e teve sua primeira aparição no ano de 1940, na edição da nº 16 da All-American Comics, porém, não como o famoso Hal Jordan e sim como Alan Scott. No ano de 1959 a DC reformulou o titulo, colocando o herói nas mãos de Jonh Broome e Gil Kane, e então na revista Showcase nº22 surge o famoso Hal Jordan. A origem mais famosa do herói ocorre quando Hal encontra uma nave caída com o alienígena Abin Sur, membro da tropa dos lanternas verdes, prestes a morrer, só que antes da morte ele entrega a Hal seu anel e assim seu poder. Não tão recentemente Geoff Jonhs ,começou sua revolução nos personagens da DC pelo herói esmeralda, dando a ele o destaque que tanto merecia, mas a muito não recebia. Foi na fase Jonhs que o Herói teve sua saga mais importante “A Noite Mais Densa”. Essa saga foi um grande marco envolvendo todo o universo da DC.

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Hq de 2009 conta a origem do Lanterna Verde, e já deixa umas pontas soltas para serem concluídas nos próximos arcos.

Sobre o primeiro filme

Em 2011 aproveitando o sucesso recente de “A Noite Mais Densa” A DC junto com a Warner decidiram que era o melhor momento para lançar o herói para as telonas. Boa parte dos fãs também acharam, o primeiro trailer iludiu muito, pois o filme foi um fiasco de bilheteria e critica, sendo considerado por muitos como o pior filme de herói da década. O filme é praticamente todo de computação gráfica (ruim em muitos momentos) e causa uma estranheza enorme ver Ryan Reynolds interagindo com aquelas coisas.

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Sobre o universo DC nos cinemas

Em 2013 o Snyderverso teve inicio com O Homem de Aço (Man of Steel) onde se conta a história do Superman, os próximos lançamentos foram: Batman vs Superman, Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha e Liga da Justiça, Shazam e Aquaman (esses dois últimos já com a Warner querendo reformular o universo dos seus heróis no cinema).

No filme da Liga da Justiça, quando Temiscera está sendo invadida e tem uma grande guerra contra o lobo da estepe temos um vislumbre de um lanterna lutando e morrendo e vemos seu anel sair para encontrar outro portador. Esse é a unica imagem que tivemos de um Lanterna no cinema depois da aparição de 2011.

Chegou a ser anunciado em algumas comic cons sempre que a Warner mostrava se calendário de lançamentos um filme destinado a tropa dos lanternas verdes o que seria muito interessante, mas essa ideia nunca saiu do papel nem mesmo chegou-se a ter um diretor. O que é uma pena pois com os avanços tecnológicos acredito que esse seria um bom momento para que uma nova versão do herói de fato voltasse as telonas, e a opção de ser um filme da Tropa enche mais meus olhos, pois é lá que se encontra boa parte da mitologia do herói e poderia ser uma boa porta de entrada para vilões intergaláticos.

O herói de fato tem bastante potencial para o cinema, porém eu percebo que o herói nunca foi prioridade nos planos da DC/Warner, que prefere investir seu dinheiro nos famosinhos da sua marca o Superman e Batman, mas talvez seja uma boa hora mudar um pouco a abordagem e dar descanso a esses que já tiveram alguns filmes ao longo dessas duas décadas, dessa forma, talvez tenhamos um fio de esperança para o lanterna e quem sabe até para o Flash que é um dos mais famosos da editora mais não ganha um filme a um bom tempo.

E não pense que o lanterna não traria lucro pra Warner, visto que o herói tem uma fã base maior que Aquaman e Shazam os dois últimos filmes lançados pela companhia. Mas eu tenho fé, tenho fé que o Lanterna e o Flash terão seus filmes, mas eu também tenho paciência, quero um filme deles, mas quero que seja bem feito então espero pacientemente pela hora e o diretor certo, porque de cagada basta o de 2011.

Ordem de leitura dos quadrinhos

Mas já que não veremos esse herói tão cedo nas telonas vou passar aqui uma ordem de leitura pra vocês, todos os matérias estão disponíveis em português e todos foram publicados em capa dura pela Panini, a fase mais aguda do personagem como: A noite mais densa, a ira dos lanternas vermelhos e a guerra do anel talvez te dê mais trabalho de encontrar , mas você com certa facilidade encontrar scans na internet para poder ler as histórias. Abaixo encontra-se a sequencia de leitura:

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01 – Origens Secretas

01 – Origens Secretas

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02 Renascimento

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03 – Sem medo

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04 – A vingança dos Lanternas Verdes

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05 – Hal Jordan: Procurado

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06 – Tropa dos lanternas verdes: o lado negro do verde

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07 – A guerra dos anéis 1

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08 – A guerra dos anéis 2

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09 – A ira dos lanternas vermelhos

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10 – O agente laranja

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11 – a noite mais densa

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12 – O dia mais claro

É isso pessoal espero que tenham gostado do texto, vejo vocês em breve.

O CONTADOR VIU: VAN HELSING – 4ª TEMPORADA

Série chega a 4ª temporada com muita diferença de enredo, mas mantêm atuações medianas e protagonismo fragmentado.

POR AILTON RODRIGUES

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Vanessa e Sam se embatem por muito tempo durante as três primeiras temporadas.

A SYFY já anunciou que fará a 5ª temporada de Val Helsing, série que já tem todas as quatro primeiras temporadas disponíveis na Netflix, mas o detalhe é que a atual trama mantêm um nível mediano de atuações.

Todo o enredo tem o start com o acordar de Vanessa em meio a um mundo apocalíptico, tomado por vampiros. Ela descobre que é imune ao vampirismo e o seu sangue seria a principal esperança da humanidade depois de dez anos de escuridão. Mas, o detalhe é que muita coisa entra na equação no andar da série e se sente um esforço enorme em querer amarrar tudo.

Para a 4ª temporada é mostrado o desenrolar do confronto entre Vanessa (Kelly Overton) contra Drácula (Tricia Helfer), sendo que há o incremento especial de duas novas personagens ao longo dos primeiros cinco episódios da temporada, o que deixa o protagonismo fragmentado entre elas junto com os precursores Axel (Jonathan Scarfe) e Julius (Aleks Paunovic) que estão desde a primeira temporada.

São 13 episódios, mas dá para perceber que o roteiro se apressa. O desenrolar das tramas são cheios de encontros e despedidas, inclusive de personagens clássicos que decidiram se separar do bando original.

Inclusive, há um episódio inteiro formado por um flash back de uma das personagens que ao meu ver foge do contexto apocalíptico e da guerra contextualizada contra a maior ameaça do mundo que é o próprio Drácula.

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Vanessa e suas filhas que ela descobre na 4ª temporada.

Todavia, há lacunas. Não conseguimos ter um panorama de como está a sociedade em meio ao apocalipse e muitos personagens desaparecem de forma abrupta, sem se preocupar com os efeitos. Como temos o exemplo do super vilão Sam (Christopher Heyerdahl) que passou 90% da trama sendo o cara mais escroto da série e teve um desfecho estranho e me deixou realmente bugado com a superficialidade do seu descarte.

Claro, que há muito sangue e suspense. Só por isso eu já deixo como dica de você assistir, afinal é um bom entretenimento. Mas não se preocupe em querer ver uma grande trama com performances maravilhosas.

É bom e ponto. Nota 6.

 

1 ANO DE ‘VINGADORES: ULTIMATO’

Por Iaslan Nascimento

 

Há um ano atrás, no dia 25 de Abril de 2019, eu acordava com uma única certeza, hoje eu vou ver um filme incrível e tenho certeza que vou me lembrar dessa experiência pro resto da minha vida.

Foi incrível? Não, foi muito mais que incrível.

Hoje olhando pra trás percebo o quanto foi difícil conceber vingadores ultimato, foram 10 anos,  não foram 2, 4 ou 6 foram 10 anos.  Foram 23 filmes com personagens, histórias e cenários diferentes. Não é como fazer 10 filmes de uma história linear, são tramas diferentes, com tons e dinâmicas diversas, para no fim culminar em um grande evento. Amigos, eu não sei se vocês sabem, mas isso é muito difícil de se fazer, ainda mais no cinema que custa milhões.

Kevin Feige durante esse anos foi bastante criticado ao controlar demais a produção dos filmes do universo da Marvel, entretanto quando vimos cada um dos filmes, tudo ficou explicado, era necessário que todas as histórias anteriores estivessem milimetricamente sincronizadas, cada desenvolvimento de personagem, cada fato, cada obstáculo para que nos dois filmes dos vingadores (guerra infinita e ultimato) tudo fizesse sentido.

Eu e muitos nerds nos emocionamos durante o fim dessa epopeia heroica, choramos? sim. Gritamos? muito. Nos emocionamos, ficamos felizes e muito tristes. Hoje vi um vídeo curtinho com algumas das reações das pessoas durante o filme. Fiquei arrepiado e lembrei com carinho de cada momento.

Não podemos negar Ultimato não é só um filme, é um evento. Tenho certeza que vai ficar marcado na história do cinema, como ficaram nomes como Senhor dos Anéis e Harry Potter.

Avante Vingadores!!!

#ContadorCast 07 – Especial dicas do Contador

ouça o episodio completo no nosso canal do Spotify

No episódio desta semana reunimos nossos colunistas e montamos o Top 5 nas áreas de games, filmes, séries, livros e música para você curtir no isolamento. Confira!

Na Mesa: Ricardo Andre (@avelrn), Aílton Rodrigues (ailton95), Andrieli Torres (@andrielitorres), Zuno Ribeiro (@valmirozuno) e a estreia de Airis Vital (@airis.vital).

Produção: Rubens dos Anjos (@orubensdosanjos).

Link Citado: @werewolfbot jogo no Telegram.

Nos encontre também nos links:

Instagram: instagram.com/contador.causos?igshid=18iq653men8tg

Facebook: http://www.facebook.com/ocontadordecausos/

#CONTADORCAST 04 – A MÚSICA E AS ARTES EM TEMPOS DE ISOLAMENTO

Nesta semana o debate do podcast do Contador de Causos será sobre as consequências do isolamento nas artes, cultura e na música. O que estes setores estão fazendo? Até onde o Covid-19 vai afetá-los? Aperta o play pra ouvir!

EQUIPE CONTADOR

Pauta: Ailton Rodrigues e do Contador de Causos
Na mesa: Ricardo André (@avelrn), Ailton Rodrigues (@ailtonrod94) e Andrieli Torres (@andrielitorres)
Edição e Arte: Rubens dos Anjos (@orubensdosanjos)
Nos encontre também nos links
Instagram: instagram.com/contador.causos?igshid=18iq653men8tg
Facebook: http://www.facebook.com/ocontadordecausos/

5 SAGAS PARA MARATONAR NESTA QUARENTENA

Por Iaslan Nascimento

 

Senhor dos Anéis

Uma das sagas mais aclamadas do cinema com 11 Oscars. E uma das sagas mais influentes tanto para o cinema quando para a cultura Pop, pode ser o que você precisa.

Harry Potter

Ainda no mundo da fantasia que tal ver ou rever a história do bruxinho mais azarado do mundo. Uma boa pedia é ver os 8 filmes de Harry Potter, garanto a você que você vai ter muito o que assistir.

Jonh Wick

Se você é um cara que gosta de ação e que assistir uma saga curtinha de apenas 3 filmes. Jonh Wick é o filme pra você. Ação, porra e mais porrada.

Jogos Vorazes

Uma opção de fantasia distópica e muito boa. com 4 filmes bem feitos e com um bom ritmo.

Velozes e Furiosos

Mas se você quiser ver uma saga que começa legal e no fim… Vou recomendar pela pluralidade  da lista.

Bônus

Se você tiver muito, mas muito tempo livre você pode aproveitar para assistir todos os filmes do universo cinematográfico da Marvel, mas só se quiser.

O CONTADOR VIU: PARASITA #ContadorNoOscar

Por Iaslan Nascimento

Sabe aquele filme que vem silencioso e arrebata todo mundo, pois então, esse é o Parasita do Bong Joon-ho.

Parasita para mim e para muitos é o melhor filme do ano. O grande filme, com mais de uma gênero, e transitando entre eles de uma forma tão natural que surpreende. O jeito que o Bong Joon-ho constroi seus personagens, os cenários e as reviravoltas o coloca como um dos favoritos para ganhar como melhor diretor.

Existe uma certeza nesse Oscar, o prêmio de melhor filme estrangeiro parece certo já que já vem ganhando em outros premiações.  Para os outros prêmios da noite ele entra como um dos favoritos e vai dar trabalho para nomes como: Tarantino (Era uma vez em Hollywood) , Sam Mendes (1917) e Scorsese (O Irlandês) (melhor diretor e melhor filme).

 

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Parasita, é um filme com uma boa discussão ao falar sobre o preconceito ( o que pode ser um ponto bastante positivo na avaliação dos jurados.), a fotografia utilizada para mostrar os diferentes níveis sociais é incrível. Esse filme é um estudo da sociedade que pode se aplicar em qualquer lugar, não sendo exclusividade de Coreia do Sul, esse estudo é facilmente visto no Brasil nos EUA ou em qualquer lugar.

 

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Os quesitos técnicos estão alinhados fazendo o filme ter tons de comédia na hora certa, drama e tensão sempre em momentos precisos, um filme divertido no começo, com bastante suspense no meio, e com o drama final.

A melhor coisa para mim foi ver esse filme sem ver trailer e/ou consumir nenhum conteúdo pois essa surpresa de não saber nada ajuda a deixar esse filme melhor.

No meu coração esse filme ganhar,  melhor diretor, melhor filme estrangeiro e melhor filme.

Vaja o trailer se quiser, não aconselho, vá assistir sem ver, vai ser bem melhor!

‘CORINGA’ LIDERA LISTA DE INDICADOS AO OSCAR 2020, QUE TERÁ UM DOC BRASILEIRO NA DISPUTA

‘Coringa’ teve 11 indicações, seguido por ‘O irlandês’ e ‘Era uma vez em… Hollywood’, com 10. Filme da diretora brasileira Petra Costa está indicado a documentário; veja lista completa.

POR G1

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Coringa recebeu 11 indicações ao Oscar 2020.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta segunda-feira (13), em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2020. O anúncio foi feito pelos atores John Cho e Issa Rae.

A cerimônia dos melhores do cinema acontece no dia 9 de fevereiro em Los Angeles.

Veja destaques do Oscar e a lista completa abaixo:

  • “Coringa” é o filme com maior número de indicações, 11 no total, presente em categorias importantes como melhor filme, melhor diretor (Todd Philips), e melhor ator (Joaquin Phoenix).
  • “Democracia em vertigem”, documentário brasileiro da diretora Petra Costa, que mostra o processo de impeachment de Dilma Rousseff, também foi indicado.
  • “Era uma vez em Hollywood”, “1917”, “O Irlandês” dividem a segunda colocação na lista, com 10 indicações cada.
  • Atrás deles, com seis indicações, estão o coreano “Parasita”, “História de um casamento”, “Adoráveis mulheres” e “Jojo Rabitt”.
  • “Parasita” se tornou o 11º filme estrangeiro a ser indicado na categoria principal.
  • Scarlett Johansson concorre a melhor atriz por “História de um casamento” e a atriz coadjuvante por “Jojo Rabbit”. Antes dela, 11 atores foram indicados no mesmo ano nas duas categorias. A mais recente foi Cate Blanchett, em 2008.
  • As categorias de roteiro tiveram um casal felizardo. Greta Gerwig foi indicada em roteiro adaptado por “Adoráveis mulheres” e seu namorado, Noah Baumbach, por “História de um casamento”.

Filme

  • “Ford vs Ferrari”
  • “O irlandês”
  • “Jojo Rabbit”
  • “Coringa”
  • “Adoráveis mulheres”
  • “História de um casamento”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”
  • “Parasita”

Ator

  • Antonio Banderas – “Dor e Glória”
  • Leonardo DiCaprio – “Era uma vez em… Hollywood”
  • Adam Driver – “História de um casamento”
  • Joaquim Phoenix – “Coringa”
  • Jonathan Price – “Dois papas”

Joaquin Phoenix em cena de 'Coringa' — Foto: Divulgação
Joaquin Phoenix em cena de ‘Coringa’

Atriz

  • Cynthia Erivo – “Harriet”
  • Scarlett Johansson – “História de um casamento”
  • Saoirse Ronan “Adoráveis Mulheres”
  • Charlize Theron – “O escândalo”
  • Renée Zellweger – “Judy – Muito Além do Arco-Íris

Saoirse Ronan, entre Florence Pugh e Emma Watson, estrela 'Adoráveis Mulheres' — Foto: Divulgação
Saoirse Ronan, entre Florence Pugh e Emma Watson, estrela ‘Adoráveis Mulheres’.

Diretor

  • Martin Scorsese – “O irlandês”
  • Todd Phillips – “Coringa”
  • Sam Mendes – “1917”
  • Quentin Tarantino – “Era uma vez em… Hollywood”
  • Bong Joon Ho – “Parasita”

Atriz coadjuvante

  • Kathy Bates – “O caso Richard Jewell”
  • Laura Dern – “História de um casamento”
  • Scarlett Johansson – “Jojo Rabbit”
  • Florence Pugh – “Adoráveis mulheres”
  • Margot Robbie – “O escândalo”

Ator coadjuvante

  • Tom Hanks – “Um lindo dia na vizinhança”
  • Anthony Hopkins – “Dois papas”
  • Al Pacino – “O irlandês”
  • Joe Pesci – “O irlandês”
  • Brad Pitt – “Era uma vez em… Hollywood”

Brad Pitt e Leonardo DiCaprio em cena de 'Era uma vez em Hollywood' — Foto: Divulgação
Brad Pitt e Leonardo DiCaprio em cena de ‘Era Uma Vez… Em Hollywood’.

Roteiro adaptado

  • “O irlandês” – Steven Zaillian
  • “Jojo rabbit” – Taika Waititi
  • “Coringa” – Todd Phillips e Scott Silver
  • “Adoráveis mulheres” – Greta Gerwig
  • “Dois papas” – Anthony McCarten

Roteiro original

  • “Entre facas e segredos” – Rian Johnson
  • “História de um casamento” – Noah Baumbach
  • “1917” – Sam mendes e Krysty Wilson-Cairns
  • “Era uma vez em… Hollywood” – Quentin Tarantino
  • “Parasita” – Bong jooh Ho e Han Jin Won

Choi Woo-sik, Song Kang-ho, Jang Hye-jin e Park So-dam em cena de 'Parasita' — Foto: Divulgação
Choi Woo-Sik, Song Kang-Ho, Jang Hye-Jin e Park So-Dam em cena de ‘Parasita’.

Documentário

  • “Indústria americana”
  • “The cave”
  • “Democracia em vertigem”
  • “For Sama”
  • “Honeyland”

Maquiagem e cabelo

  • “Bombshell”
  • “Coringa”
  • “Judy”
  • “1917”
  • “Maleficent: Mistress of evil”

Mixagem de som

  • “Ad astra”
  • “Ford vs Ferrari”
  • “Coringa”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Edição de som

  • “Ford vs ferrari”
  • “Coringa”
  • “1917”
  • “Era uma vez em… Hollywood”
  • “Strar wars: A ascensão Skywalker”

Curta-metragem

  • “Brotherhood”
  • “Nefta football club”
  • “The neighbors’ window”
  • “Saria”
  • “A sister”

Design de figurino

  • “O irlandês”
  • “Jojo rabbit”
  • “Coringa”
  • “Adoráveis Mulheres”
  • “Era uma vez em… Hollywood”

Canção original

  • “I can’t let you throw yourself away” – “Toy Story 4”
  • “(I’m gonna) love me again” – “Rocketman”
  • “I’m standing with you” – “Breakthrough”
  • “Into the unknown” – “Frozen 2”
  • “Stand up” – “Harriet”

Trilha original

  • “Coringa”
  • “Adoráveis mulheres”
  • “História de um casamento”
  • “1917”
  • “Star wars – A ascensão Skywalker”

Animação

  • “Como treinar seu dragão 3”
  • “I lost my body”
  • “Klaus”
  • “Link Perdido”
  • “Toy story 4”

Curta de animação

  • “Dcera (daughter)”
  • “Hair love”
  • “Kitbull”
  • “Memorable”
  • “Sister”

Curta documentário

  • “In the absence
  • “Learning to skateboard in a warzone
  • “Life overtakes me”
  • “St Louis Superman”
  • “Walk run cha-cha”

Filme internacional (estrangeiro)

  • “Corpus christi” – Polônia
  • “Honeyland” – Macedônia
  • “Os miseráveis” – França
  • “Dor e glória” – Espanha
  • “Parasita” – Coreia do Sul

Design de produção

  • “O irlandês”
  • “Jojo Rabbit”
  • “1917”
  • “Era uma vez… em Hollywood”
  • “Parasita”

Edição

  • “Ford vs Ferrari”
  • “O irlandês”
  • “Jojo rabbit”
  • “Coringa”
  • “Parasita”

Fotografia

  • “O irlandês”
  • “Coringa”
  • “Lighthouse”
  • “1917”
  • “Era uma vez… Em Hollywood”

Efeitos visuais

  • “Vingadores: Ultimato”
  • “O irlandês”
  • “O rei leão”
  • “1917”
  • “Star Wars: A ascensão Skywalker”

O Contador acompanhará a cerimônia do Oscar e trará as principais resenhas das obras indicadas. Estamos de olho!

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TEXTO ORIGINAL: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/oscar/2020/noticia/2020/01/13/oscar-2020-veja-os-indicados.ghtml