Governo do RN reconheceu o bordado labirinto como Patrimônio Cultural e Imaterial em proposta da deputada estadual Divaneide Basílio (PT). Pedido partiu de São Miguel do Gostoso.
Por Ailton Rodrigues

O bordado do labirinto foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Rio Grande do Norte. O pedido foi feito pela produtora cultural Mônica Mac Dowell, que executa o projeto Faces do Reduto, e a proposta apresentada pela deputada estadual Divaneide Basílio (PT).
Sancionado e publicado no Diário Oficial no último dia 03 de setembro, o feito foi comemorado nas redes sociais do projeto Faces do Reduto, que destacou a importância da valorização da cultura.
Em entrevista ao G1, Robéria Menezes, a mais jovem labirinteira do Reduto, declarou estar emocionada com a notícia:
“Esse reconhecimento é muito importante e eu fiquei muito feliz e emocionada de ver que esse trabalho tão bonito que a gente desenvolve há tantos anos aprendendo com as mestras labirinteiras agora é um patrimônio cultural do nosso Estado” relata.
A comunidade do Reduto, que se localiza a aproximadamente 12 quilômetros da Sede de São Miguel do Gostoso, traz consigo a tradição de manter o bordado labirinto como fonte de renda. Outra manifestação gostosense já reconhecida como Patrimônio Imaterial e Cultural é a quadrilha de rua.
São considerados patrimônio imaterial expressões artísticas, representações, conhecimentos e técnicas que integram um grupo ou comunidade, como a feira do Alecrim em Natal, as festas de Sant’Ana em Caicó e Currais Novos, o prato ginga com tapioca, dentre outros.
Nós continuamos de olho.